Pensar “como computador” prepara crianças para avanços tecnológicos

Existem várias formas de resolver um problema complexo: uma delas é dividi-lo em partes menores e solucioná-las uma a uma, separadamente. Esta é a base do chamado pensamento computacional. A expansão da tecnologia tem auxiliado o uso do método em sala de aula – e com bons resultados.

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Raciocínio preciso

O uso do pensamento computacional como uma ferramenta para o ensino é uma ideia quase tão antiga quanto a utilização de computadores pessoais. O termo apareceu pela primeira vez em 1980, quando Seymour Papert, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e pioneiro em inteligência artificial o empregou para descrever o uso de computadores no aprendizado de crianças.

Para chegar a isso, as habilidades desenvolvidas em aulas voltadas para pensamento computacional incluem identificação de padrões e sequências, criação de algoritmos, formulação de testes para encontrar e solucionar erros, redução do geral para o específico e expansão do específico para o geral. De certa forma, o método emula a forma como um computador “pensa”.

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Modelo global 

No Reino Unido, o ensino de programação é obrigatório no ensino básico desde 2014. Os alunos têm a nova disciplina a partir dos cinco anos de idade.

Nessa fase escolar, são realizadas atividades como programação com blocos, que funciona como um jogo de montagem em que os alunos alinham cubos com instruções a serem lidas por um robô. As crianças não têm contato com linguagem de programação, mas aprendem a lógica de programar um computador para realizar tarefas simples, planejando e programando as ações e respostas dele.

 

 

Fonte [Matéria completa]: Gazeta do Povo

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